quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

...

La estou eu de novo,
cirandando em volta, cismando que hei-de acertar.

Cabeçudo.
Só arranjas problemas.
Que constantemente se refletem
Nas tuas rimas e poemas.

As tuas baladas épicas já mudaram de era.
A tua cidade precisa de nova cor.
O teu estandarte está comido pela traça.

E tu aí parado a olhar.

Já passou, não volta.
Não me convenço.
Tenho a alma presa e a cabeça solta.
E ela? Ela nem nota!

Ridículo o caveleiro que está cego,
atormentado
o meu dragão é minha amada

Que,convenhamos, descarada,
não me vê amarrado à terra que ela pisa.

Acorda tolo.
Há mundos que não são para ti.

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Pequei, paguei

Estou doente
Perdi a vontade de tudo.
A minha hipocrisia mantinha-me cego
Preso a uma ilusão que não se confirmaria.

Basta! Rogo-te!
Arrancaste-me a alma e nem notas-te.
Vai, segue o mundo.
Para ti desejo a paz.
Deixo-te o que de mim levas
Talvez um dia, quando o meu nome for um bater de suaves asas
Eu possa encontrar quem me refaça ( ou fazê-lo eu mesmo).
Amei-te (tarde demais).
Perdi-te (que aprenda com os meus erros).
Batendo o relógio anuncia a partida.
Que te façam feliz.