La estou eu de novo,
cirandando em volta, cismando que hei-de acertar.
Cabeçudo.
Só arranjas problemas.
Que constantemente se refletem
Nas tuas rimas e poemas.
As tuas baladas épicas já mudaram de era.
A tua cidade precisa de nova cor.
O teu estandarte está comido pela traça.
E tu aí parado a olhar.
Já passou, não volta.
Não me convenço.
Tenho a alma presa e a cabeça solta.
E ela? Ela nem nota!
Ridículo o caveleiro que está cego,
atormentado
o meu dragão é minha amada
Que,convenhamos, descarada,
não me vê amarrado à terra que ela pisa.
Acorda tolo.
Há mundos que não são para ti.
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